Pensos Higiénicos Descartáveis e Tampões = Perigo!

Atualizado: Jun 22




> Sabia que 10 a 20.000 proteções íntimas (pensos higiénicos descartáveis e tampões), por mulher, são queimadas ou demoram 500 anos para degradarem-se?


13 vezes por ano, 520 vezes na sua vida, as mulheres vêem o sinal explícito de que seus corpos estão prontos para receber a vida: o revestimento uterino é renovado e o sangue menstrual aparece.


A cada 28 dias durante o período, desde a puberdade, você está a usar pensos higiénicos descartáveis e tampões superabsorventes, mas cheios de produtos químicos. Apesar de não serem divulgados pelos fabricantes, análises realizadas foram realizadas. E o resultado é aterrador: plásticos, derivados de petróleo e dioxina em proteções higiénicos convencionais...


Para fabricar as diferentes proteções íntimas (incluindo pensos higiénicos descartáveis, tampões e fraldas) a maioria das marcas de higiene usam materiais sintéticos e celulose. Usam plásticos, claro, mas também pós ou gel químicos superabsorventes (SAP = super absorbent powder).

Sem dúvida muito eficazes para a absorção, mas são derivados de matérias-primas provenientes do petróleo. A celulose vem da polpa de madeira que, na maioria das vezes, é branqueada com cloro. O branqueamento com cloro deixa resíduos de dioxina, um poluente muito tóxico para o ambiente e para a saúde humana.

Uma vez que a parede vaginal é muito absorvente, as substâncias químicas que compõem estes produtos descartáveis não têm dificuldade em penetrar no corpo. O problema é que o corpo não sabe como se livrar deles e acumula todas estas toxinas, prejudiciais para a sua saúde, ao longo do tempo.


Pensos Higiénicos Descartáveis e Tampões

Como mencionado anteriormente, será escusado verificar essa informação nos produtos que tem em casa pois é muito provável que não conste nada. A razão é simples: impossível saber quais são os produtos utilizados na fabricação dos seus pensos higiénicos descartáveis pois não é divulgada pelos fabricantes!

Em resumo, uma composição misteriosa, sem regulamentação que obriga os fabricantes a revelá-la, mas que não é respeitada.


> Sabia que a Comissão Europeia permitiu, em Junho de 1999, que os fabricantes de propusessem o seu código de conduta, ou seja, que estabelecessem as suas próprias regras relativas à segurança dos tampões?


Até hoje, nenhuma lei exige que os fabricantes indiquem a composição dos tampões.


> Sabia que ao contacto da humidade, o tampão começa a desintegrar-se e deixa minúsculos pedaços de visco dentro da vagina?


Uma porta aberta a colonização das bactérias que pode levar a uma infecção vaginal.

Faça a experiência, ponha um tampão dentro de um copo de água!

Pensos Higiénicos Descartáveis e Tampões

Factos:

Um estudo da ANSES (French Agency for Food, Environmental and Occupational Health & Safety) sobre a composição de produtos íntimos e a fim de determinar se o uso regular pode representar um risco à saúde publicado a 19 de julho de 2018, divulga que "um certo número de substâncias encontradas em protecções íntimas são desreguladores endócrinos (Lilial®, HAP, DNOP, lindano, hexaclorobenzeno, quintozeno, as dioxinas e os furanos)." Também identificou outras substâncias consideradas como sensibilizantes cutânea conhecidas ou suspeitas (que podem causar reações alérgicas).

Nas proteções íntimas externas, a ANSES comprovou a presença de:

• butilfenilmetilpropional ou BMHCA (Lilial®): fragrância sintética alergénica e provável desregulador endócrino

• Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAP) são cancerígenos e prejudiciais ao sistema imunológico

• pesticidas (incluindo glifosato, lindano, hexaclorobenzeno, quintozeno e ftalato de di-n-octilo (DnOP)

Nos tampões também foram encontrados:

Dioxinas, furanos e DnOP

"Após a descoberta em certos produtos potencialmente tóxicos de pesticidas cuja utilização é proibida na Europa, como o lindano, hexaclorobenzeno ou quintozeno ou pesticidas autorizados na Europa (glifosato*) ou dioxinas / furanos ou HAP pode ser proveniente das matérias-primas utilizadas, a Agência recomenda uma melhoria na qualidade dos principais componentes dos produtos de higiene feminina".

* Desde 2015, o glifosate é classificado " cancerígena provável " pelo International Agency For Reseach on Cancer. Hoje, o Glifosato é proibido na europa.


Notar que foi encontrado glifosato numa marca de penso biológico, a revista francesa, 60 millions de consommateurs, evoca a possibilidade de uma contaminação acidental no campo ou no momento do armazenamento.


> O que é o Síndroma do Choque Tóxico (SCT) ?


O SCT é uma intoxicação violente que pode ser mortal e causada pelo staphylococcus aureus presente na vagina. A maioria dessas bactérias são sem perigo mas algumas podem proliferar e libertar toxinas venenosas no sangue.


Em 1980, mais de 700 mulheres, no norte do Estados-Unidos, foram infectadas. A maioria dessas mulheres tinha recentemente começado a utilizar um novo tipo de tampão superabsorvente. Não se sabe ao certo qual dos componentes desses tampões que provocou um aumento do risco de SCT, mas parece ter uma relação com a “secagem” da vagina.


As mulheres que mantêm um diafragma mais de 24 horas, também estão em maior risco de síndrome do choque tóxico.


Utilizar o tampão muitas horas, desenvolve o risco de aumento de staphylococcus aureus.

Se usar um tampão, é aconselhado não ficar com ele mais de 8 horas e nunca usa lo sem ter período.


Lauren Wasser, manequim reconhecida nos Estados Unidos, vítima do Síndroma do Choque Tóxico, foi amputada das duas pernas. Ela luta diariamente para alertar sobre o perigo de uso de tampões:

https://www.youtube.com/watch?v=V6BC_S3mUJM

https://www.dn.pt/pessoas/interior/modelo-lauren-wasser-tem-de-amputar-a-segunda-perna-9003464.html


Lauren Wasser

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